[ Instrução ]

"Conheça meu drive matador"
17/3/2006 - 15h49
Fotos de Zeca Resendes  

São Paulo (SP) - O gaúcho Rafael Barcellos está radicado em São Paulo. Ele é o segundo colocado do ranking profissional brasileiro e dá aulas no Clube de Campo São Paulo. É patrocinado pela Titleist, Libra e Fórmula Academia. Ele é o professor escolhido pelo site Golfexpress para falar sobre o drive.  

Primeiro passo

Sempre tento ver o buraco ao contrário. Olho do green para o tee. Dessa forma vejo onde a bola pode cair e jogo estrategicamente. Normalmente prefiro um ferro 3.

Vento e umidade 

O vento deve ser sempre muito bem analisado. Mas não é fácil. Se ele for constante é bem tranqüilo, mas se o local for entre montanhas ( o Itanhangá, por exemplo) ele gira muito.

Você analisa um vento cruzado e pega um ferro, mas o vento muda. O jogador deu azar. Por isso é necessário ter muita confiança no que vai fazer.

A umidade do ar também é importante. O ar muito seco faz a bola ficar mais tempo no ar. Com o clima úmido, a bola voa menos.

O que é preciso para ter um bom drive?  

Tento manter um bom ritmo. E não bater forte na bola, como fazem muitos jogadores. Mantenho o controle e consigo dar vários tipos de drive.

O essencial é ter uma posição inicial boa. Se o buraco, por exemplo, é com dog-leg para a direita, procuro mirar um pouco à direita do objetivo e trabalhar a bola da direita para a esquerda.

Distância

Meu drive é de 280 a 290 jardas. Posso bater mais forte, mas depende muito do campo e do clima. Não gosto de bater mais forte do que isso, pois perco a qualidade.

Bom ritmo 

Sempre digo que é preciso não pegar muito forte na bola. Bater de forma suave, equilibrada. A exceção fica por conta do Par 5 longo, quando faço a aproximação, normalmente em duas tacadas.

Com confiança, você começa a controlar melhor a bola.

Ponto crítico  

Quando errar, procure errar pouco. De cinco a dez jardas de onde você queria colocar a bola. E quando errar, procure corrigir.

Eu, por exemplo, sempre tomo aulas de approach nos EUA. Esse é o ponto crítico do meu jogo.

Equilíbrio

Para um bom drive é preciso ter equilíbrio. Não pegue tão forte na bola, pois isso pode desequilibrar. Não adianta pensar em bater longo. Só no Par 5 é que é diferente. Ali pode-se pensar em drives mais fortes.

Defeito dos amadores 

Quando eles pegam na bola sempre usam um pouco de slice no drive. Aí tentam mirar mais para a esquerda, esquerda, esquerda....

É como jogar álcool num incêndio. Piora as coisas cada vez mais. O certo é tentar olhar o perigo de frente. É necessário ter bom equilíbrio emocional para controlar a bola.

Preferências

A minha principal é o drive, mas tenho batido bem com o ferro 3 e ferro 4 do chão. Depende dos perigos do campo. Minhas dificuldades sempre foram as tacadas curtas, aquelas de 40 a 50 jardas. Prefiro, então, ficar a uma distância maior, a 90 jardas, por exemplo.

Consigo um tiro perfeito, completo, e me aproximo da bandeira. Numa tacada de 100 jardas, tenho mais confiança. 

 
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